ARQUIDIOCESE DE ÉVORA

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2018 /2019

 

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2017 /2018

 

CURSILHO 132º SENHORAS

 

Encerramento CC 132º Senhoras - Alcácer do Sal (fotos da internet)

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161º Homens

REVIVER /2018

131º Senhoras

XXII MiniCursilho

160º Homens

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130º Senhoras

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MCC Elvas - Ceia de Natal

CONVÍVIO DE NATAL DO MCC ELVAS

 

O Centro de Ultreia de Elvas do Movimento dos Cursilhos de Cristandade, reuniu-se no passado dia 16 de dezembro de 2017, no restaurante São José em Elvas, para mais um convívio de Natal, há semelhança de anos anteriores, onde estiverem presentes além dos Irmãos de Elvas, os Irmãos do Centro de Ultreia de Campo Maior e da Terrugem.

Num ambiente de Alegria, Partilha, Amizade e Amor a Jesus Cristo, como é apanágio entre os Irmãos, disseram uma vez mais o seu sim, 48 Cursilhistas, proporcionando deste modo um serão muito agradável, onde se pôde degustar uma ementa composta pelas iguarias desta região alentejana.

Em clima de excelente harmonia, pese embora o tempo frio que se fazia sentir, primeiramente tomou a palavra, o Presidente do Secretariado de Elvas, João Pitéu, que numa breve alocução desejou a todos os presentes UM FELIZ E SANTO NATAL; de seguida tomou a palavra o Diácono Frederico Zagalo, que através de uma quadra natalícia nos colocou no verdadeiro Espírito Natalício, por fim e através de uma oração cantada, o nosso Diretor Espiritual, Sr. Padre Gerónimo, deu início à ceia de Natal.

Serviu este jantar para desejar a todos os Cursilhistas presentes e ausentes, um Santo e Feliz Natal e um próspero Ano Novo recheado de êxitos a todos os níveis. Que o Espírito Santo nos ilumine e São Paulo nos guie para melhor podermos servir os nossos irmãos em Cristo!

Decolores

António Peixoto.

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CURSILHO 159º DE HOMENS – “Fazei o que Ele vos disser

 

Após cerca de dois meses de preparação da Equipa Dirigente, partimos para a “Casa das Irmãs Concecionistas”, em Elvas, onde iria decorrer o 159º Cursilho de Cristandade de Homens, da Arquidiocese de Évora.

Na reunião preliminar da Equipa, já no cursilho, escolhemos como lema para o mesmo, a passagem evangélica das bodas de Caná.

Ao cair da tarde começaram a chegar os convidados, vindos de vários pontos da Arquidiocese.

A “casa estava cheia”, mas, por motivos de última hora, houve dois convidados que não puderam comparecer.

Os que iam chegando iam cumprimentando os que os acolhiam, pois quase nenhuns se conheciam.

·         “A mãe de Jesus estava lá. Jesus e os seus discípulos também” (Jo 2, 1).

Foi sob o manto e proteção de Maria que iniciámos a primeira fase do Cursilho, para que cada um tivesse a capacidade e “coragem” de parar e olhar para “dentro de si”.

As meditações e os rollos iam dando as pistas para cada um ir “rodando o filme da sua vida”.

Como sempre acontece, houve luta interior quando determinadas cenas afloraram no écran das consciências, mas também determinação para olhar em frente e querer entrar no barco com o mastro grande da Graça.

Pouco a pouco ia-se começando a sentir “fome” para a “refeição fraterna”. Mas:

·         “A mãe de Jesus disse-lhe: ‘Não têm vinho!’… Sua mãe disse aos serventes: ‘Fazei o que Ele vos disser!’” (Jo 2, 3-5)

Iam-se criando as condições para o grande encontro: com Jesus.

A meditação “A Pessoa de Jesus” e o “caixote” dos “Sacramentos”, revelavam o Amor e a misericórdia d’Aquele por quem ali nos encontrávamos.

Os rollosAção” e “Dirigentes”, através da vida dos respetivos rollistas, mostravam que é possível e necessário viver, conviver e testemunhar a vida da graça.

Os “serventes” iam conduzindo os convidados para a intimidade com o “grande Amigo”, no Sacrário.

Foi lá que foram destruídas as últimas “amarras”, para poderem correr para os braços do Pai, que os esperava ansioso para fazer festa.

Festa que se concretizou através do sacramento da Reconciliação.

Estavam criadas as condições para “a boda”.

·         “Disse-lhes Jesus: ‘Enchei as vasilhas de água.’ Eles encheram-nas até acima. Então ordenou-lhes: ‘Tirai agora e levai aos chefes de mesa.’” (Jo 2, 7-8)

E houve festa na Eucaristia da Unidade e compromisso.

Abraços, lágrimas, convidados que fizeram a primeira comunhão.

Mas, havia também que criar condições para deixar “o Tabor” e regressar aos respetivos ambientes, os quais, por certo, permanecerão iguais. Nós, sim, estavamos diferentes, pois levamos Cristo nos nossos corações.

Os rollosEstudo do Ambiente”, “Comunidade Cristã em Ação” e “Reunião de Grupo e Ultreia”, indicaram-nos os meios de perseverança que o Movimento nos proporciona, para que a experiência vivida nos três dias do cursilho se torne perene nas nossas vidas.

·         “Assim, em Caná da Galileia, Jesus realizou o primeiro dos seus sinais miraculosos, com o qual manifestou a sua glória, e os discípulos creram n’Ele” (Jo 2, 11).

Faltava o grande encontro com a “comunidade orante”, que se sacrificou, orou e recebeu os sacramentos, para que todos e cada um dos do 159 H, vivessem esta maravilhosa experiência.

O encontro deu-se na Igreja do Salvador, em Elvas, no dia de “Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo”.

Emoções à flor da pele, mais uma vez houve encontro, com lágrimas, sorrisos, mas acima de tudo, muita alegria porque todos partilhávamos o mesmo ideal.

Para que esta vida da Graça não se perca, há que viver o fundamental cristão na Reunião de Grupo e na Ultreia, por isso, os dirigentes dos vários centros de ultreia, bem como os “padrinhos” dos novos, deverão ajudá-los e acompanhá-los na formação do Grupo, e na exortação à participação nas Ultreias, sem o que, a vivência do Cursilho poderá ser apenas uma bonita, mas efémera experiência.

Para toda a família cursilhista, votos de um Santo e feliz Natal, vivido na Graça e no Amor de Cristo !

Fraterno abraço e bem hajam.

DE COLORES !

Saúl Quintas

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Arquidiocese de Évora - Momentos de União - Ultreia Diocesana - Elvas - 20171119

Voltar às origens, ser fermento nos ambientes "Pessoa - Amizade - Cristo"

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2016 /2017

 

158 Homens

 

 

 

CURSILHO 158 H. - ÉVORA

27 a 30 abril 2017

Aconteceu festa!

Um cursilho especial que terminou com um encerramento extraordinário.

Foram vários os motivos que tornaram o 158.º H especial.

Em termos pessoais senti-me resgatado por Cristo! Há algum tempo que não participava num Cursilho. Foi bom estar de volta, ser tocado por Ele novamente e sentir-me renovado. Dou Graças a Deus por isso.

Este cursilho contou com uma equipa sacerdotal composta por três sacerdotes, o que é uma raridade destes tempos, com uma equipa de dirigentes composta por reitores e vice-reitores, e com uma equipa da cozinha composta por homens. Motivos suficientes para fazerem deste curso um encontro muito especial.

Assim aconteceu. Testemunhei união, entrega, simplicidade e muita humildade na ação de cada um. Assisti à diminuição dos dirigentes para que Deus se tornasse presente e dominasse o Cursilho. Todos saíram a ganhar!

Vi chegar 15 histórias de vida que só cada um e Deus conhecem. Foram valentes! Fez-se cursilho! Presenciámos dor, emoção, alegria e conversão. Tudo isto resultou em 15 vidas novas, preenchidas pela Graça do Senhor.

Portel engalanou-se para o encerramento do 158.º H. Que dedicação dos nossos irmãos de Portel… Simplesmente fantástico!

A Igreja ficou mais rica com o 158.º H.

DECOLORES                                                                                      Joaquim Mourato

 

ENCERRAMENTO 158 H. - PORTEL

E porque os desafios são importantes para avançarmos positivamente no nosso caminho, o centro de Ultreia de Portel abraçou com muita alegria a proposta de ter um Encerramento na sua terra. De mangas arregaçadas, de mãos dadas, com alguma ansiedade, mas ao mesmo tempo com confiança e muita oração partimos para esta alegre aventura.  Foi deveras arrebatadora a força que moveu todos os irmãos na organização e realização de tudo o que foi necessário. E chegado o dia 30 de abril foi com uma assombrosa alegria que acolhemos, em conjunto com todos os cursilhistas presentes dos vários centros de Ultreia, todos os Novos do cursilho 158 de Homens, tal como a equipa responsável com o Reitor Orlando Silva, a equipa sacerdotal com o Diretor Espiritual Padre Ricardo Lameira e a equipa da cozinha que desta vez nos brindou com a excelente novidade de ser constituída só por homens.

Foi um momento que deu lugar à lembrança dos três dias que passámos “naquela” casa em Elvas, às emoções que vivemos, às amizades que fizemos, ao Encontro e Reencontro que tivemos com Ele. Revivemos, em comunhão com os Novos, a alegria contagiante de sermos cursilhistas, de termos Cristo no centro das nossas vidas. As Graças do Alto são-nos concedidas em tantos momentos da nossa vida fazendo-nos parar e pensar que nada acontece por acaso e que Cristo Ressuscitado está sempre connosco. Foi assim que alguém comentou,  em jeito de conclusão “Penso que Cristo Ressuscitado caminhou entre nós nestes últimos dias e que se revelou a todos nós no partir do pão tal como aconteceu no caminho de Emaús. Foi espetacular o amor e a entrega de todos, até no mais pequeno pormenor.”

Foi esta entrega, esta união, esta sinceridade e acima de tudo esta AMIZADE de todos nós que, de olhar posto em Cristo e em sua Mãe Maria Santíssima, nos levou a viver esse Encerramento de Coração completamente cheio.

Seja louvado Nosso Senhor Jesus Cristo

De Colores                                                                          Maria Albertina Nunes

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Cursilho 129º Senhoras

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157º Homens

DA PARTILHA DO ABRAÇO DE CRISTO AO CORAÇÃO DE MARIA

 Elvas é por norma uma cidade que todos os anos acolhe e celebra o carnaval, muitos são os participantes e muitos mais os visitantes.

Este ano não foi diferente dos anteriores, no entanto houve visitantes que pegaram nas suas malas uns dias antes do inicio dos festejos, mais propriamente na quinta Feira dia 23 de Fevereiro, antes da hora do almoço chegaram 14 homens e 4 mulheres, disponiveis e cheios de vontade de darem vida da sua vida, queriam muito dar a conhecer um grande amigo que um dia encontraram nas suas vidas. Por volta das 19 horas chegaram mais 23 valentes à casa das irmãs concecionistas.   

Considerando a época festiva – carnaval- uma dúvida poderia passar pelas cabeças de alguns, seria preciso pôr alguma máscara ?

A resposta era sem duvida: Não  -  era preciso estar de coração aberto, e a todos foi pedido entusiasmo, entrega, espirito de caridade,…

Na primeira noite foi pedido silêncio, estranho então no carnaval não acontece precisamente o contrário?

No entanto, todos cumpriram à risca o que lhe foi pedido, foi duro, viam-se algumas  “máscaras” –  mas todos tiveram a coragem de pôr o filme da sua vida a correr no silêncio do seu quarto.

Na sexta feira, em vez de sermos colocados em carros alegóricos fomos antes distribuidos por 4 equipas nomedamente: Nossa Senhora da Conceição; São Pedro; São Paulo e São João, houve colaboração, participação, partilha, entreajuda e assim a amizade foi crescendo entre todos.

Em pleno Seculo XXI, quando se vive a alta velocidade, foi feito um apelo:

Pára; Escuta e Olha…

Aos poucos foi acontecendo o encontro em cada um de nós os que fomos convidados a viver o curso 157 de homens entre os dias 23 e 26 de fevereiro de 2017.

Outros encontros foram acontecendo, que maravilha foi ver a felicidade dos amigos e irmãos quando acontece o grande encontro com o melhor amigo que é JESUS CRISTO,  (lágrimas houve e muitas, mas podemos afirmar sem qualquer dúvida que a verdadeira alegria aconteceu no coração de cada um de nós).

Chegados a domingo, alguém comentava, “…passou tão rápido…”, de rostos e almas limpas, como estávamos felizes e prontos para o desfile final que

“ como tudo estava previsto” ia acontecer.

Tivemos que sair da casa da irmãs, não fosse a viagem para Évora, e passarmos por alguns mascarados que se divertiam nas ruas de Elvas e já nenhum do 157 se lembrava que estávamos a viver o Carnaval.

Faltava o encontro final, com todos os irmãos que nos esperavam nos salesianos, e que alegria foi encontrar casa cheia, tudo bem preparado, (parabéns pela organização), dou graças a Deus pela maravilha que foram os testemunhos e a partilha que vivemos no encerramento.

Pela vida de cada um de nós em particular, por todos os que rezaram por nós, e ainda por todos os momentos que vivemos/sofremos após a eucaristia do encerramento, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Decolores                                               DConde 

 
 

Cursilho 157 H. - Eucaristia de Encerramento

 

2015 /2016

MCC – ELVAS - ENCERRAMRNTO DE ACTIVIDADES

 

Como vem sendo habitual, também este ano o encerramento das actividades do MCC, antes da pausa para férias, se fez com uma Ultreia-convívio na quinta de São João. Durante um largo tempo de acolhimento, os convivas foram chegando, cerca de cinquenta, entre as dez e as dez e meia da manhã. O convívio constou de dois tempos distintos: a parte da manhã mais dedicada aos cuidados do espírito, pela oração e meditação; e a parte da tarde mas dedicada aos cuidados do corpo pela partilha dos petiscos levados por cada um e uma sardinhada preparada pelo amigo cursilhista António Serpa, useiro e vezeiro nestas lides.

Com a oração da manhã, conduzida pelo director espiritual do Centro de Ultreia de Elvas, começámos por contemplar as maravilhas da criação que Deus criou para nós e colocou nas nossas mãos, na esperança de criar um "mundo novo" segundo os critérios do Evangelho, como é apanágio de qualquer cursista militante. Criar o mundo novo é dinamizar os ambientes com o nosso modo de viver, de enfrentar as situações com alegria e esperança e estar na presença dos outros com o rosto da misericórdia: compreensão, tolerância, ajuda… perdão!

Depois o Amigo Quim Santana apresentou-nos o tema "O Rosto da Misericórdia" mostrando-nos que Jesus é rosto visível da misericórdia do Deus que não vemos. Ao mesmo tempo foi-nos dando o seu testemunho de como em várias circunstâncias, mesmo nas mais difíceis, tem tentado configurar a sua acção à de Cristo, procurando também ele ser o rosto da misericórdia perante os seus irmãos. Se o cursilhista é um cristão militante, ele não pode deixar de procurar identificar-se com Cristo, a quem foi configurado pelo baptismo, e, como tal, ser ele próprio um rosto de misericórdia no seu ambiente, seja o ambiente familiar, de trabalho, de lazer…

Como membro da Igreja, corpo místico de Cristo, ele sabe que não está sozinho e que não age por sua conta e risco, mas em comunhão com os seus irmãos cursistas e, através deste movimento, em comunhão com toda a igreja.

Depois de um breve intervalo e depois de tirada a foto de família, foi a vez de o João Pitéu, presidente do nosso secretariado, fazer o balanço do ano. Pelo que vimos, embora sempre com alguns aspectos a melhorar, o saldo foi positivo, quer pela participação nas ultreias e nas escolas e pelos temas meditados, quer pela actividade dos grupos.

Por fim, chegou o momento de dar rosto à misericórdia: Quando chegou a hora de ir comer a sardinhada, imaginem, o fogareiro estava apagado…! Depois de um ah!!! Mas… afinal o que aconteceu? Acabaram-se as exclamações e as interrogações. O nosso amigo que tinha ido ajudar o Serpa e que fora acender o fogareiro simplesmente não atinou com aquilo.

Mas, nada de pânico, de recriminação ou maledicência. Logo quatro ou cinco se juntaram ali à volta, até eu que me orgulhava de acender uma fogueira com apenas um fósforo nos meus tempos de escuteiro, e cada um com o seu talento e o seu rosto de misericórdia, o seu isqueiro, um bocado de papel, uma mão-cheia de palha ou uma pinga de azeite, não tardamos a pôr aqueles carvões em brasa e  depressa as sardinhas, umas fatias de lombo e umas tiras de entremeada começaram a pingar na brasa.

Durante a tarde, mais cedo ou mais tarde, conforme os seus compromissos lhe permitiam, cada um foi partindo na esperança do anúncio do novo convívio para quebrar a monotonia das férias, em Agosto. Até lá,

 DECOLORES  p. Jerónimo 

 

ATIVIDADES 2015 /2016

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ARQUIDIOCESE DE ÉVORA

CURSILHO 156º DE HOMENS - “A PESSOA - A AMIZADE - E CRISTO ”

O nosso Movimento tem como principal carateristica no seu método, a “Amizade”, para levar os homens a fazer a experiencia do Amor de Deus.

Neste Cursilho estive com particular atenção na constatação desta realidade.

Cristo – a Pessoa – a Amizade, são os ingredientes que temos à disposição, para que nós, -dirigentes-, através duma Amizade verdadeira, sincera e sem regatear esforços, levemos o testemunho de vida em Cristo, aos irmãos que vêm pela primeira vez viver a experiência dum cursilho de cristandade.

Sabemos que a Amizade, não se impõe, “ganha-se”, através da partilha e da confiança mútua.

Foi o que aconteceu no 156 de Homens, e o que tem acontecido nos demais cursilhos de cristandade.

Na noite da chegada, foi dito -de uma forma clara-, que os frutos do Cursilho, estariam dependentes de três aspetos fundamentais:

·         1º. Lugar da Graça de Deus;

·         2º do Entusiasmo, Entrega e espírito de caridade dos participantes;

·         3º da Organização do Cursilho –o tal “está tudo previsto”.

Na Graça de Deus, toda a Equipa, tinha a confiança que Ele estaria connosco, pois a comunidade da retaguarda, é e continuará a ser, “o garante” de que a Graça não iria faltar, fruto das “Graças Actuais” –intendências-, feitas pelo êxito de qualquer cursilho.

Com a chegada dos “novos”, e explicadas as condições, para que o Cursilho produzisse os seus frutos, cedo verificámos, que todos acolheram com humildade as indicações que lhe foram comunicadas, por isso, o Entusiasmo foi crescendo, a Entrega ia passando da cabeça ao coração, e o Espírito de Caridade, ia-se manifestando através dum Amor em Cristo, facilmente visível, através dos sorrisos que todos deixavam transparecer.

Era a Amizade em Cristo, transmitida e partilhada, tanto nos rolhos, como no trabalho de corredor.

Logo no primeiro dia, as barreiras de alguma desconfiança, começaram a cair. A partir daí, poderia dizer, que deixou de haver “equipa” e “novos”, para haver um grupo de homens que partilhavam a alegria de se encontrarem:  primeiro consigo próprios, e também com os demais do grupo e, -embora não soubessem o desenrolar do cursilho-, nós sentíamos que estavam preparados para se encontrarem com o maior Amigo: Cristo !

Era a Amizade a ser levada da cabeça ao coração.

E, no segundo dia, -todo ele, sobre a Figura de Cristo-, foi a grande descoberta dos “seus sinais”, que Ele nos deixou nos Sacramentos.

Foi a descoberta e experiência do Sacrário: Falar com Ele !

Foram emoções fortes… Onde as lágrimas, os abraços de conforto e a alegria se misturavam. Era a Amizade a ser levada ao sobrenatural.

Depois, foi fazer “as pazes” com Ele, através da Reconciliação. Os sorrisos e a alegria eram contagiantes. Todos estávamos em sintonia. Que maravilha ! Todos experienciámos “O Tabor”: Como era bom estarmos ali !

E, a partir daqui todos as “guardas” caíram por terra, pois todos partilhávamos o mesmo “Ideal”: Ser Homens e Homens cristãos.

Finalmente, houve outro grande encontro  -com a comunidade orante-, o Encerramento.

Alegres e felizes, cantando o “DE COLORES”, abriram-se as portas da Igreja de Santo António, em Reguengos de Monsaraz.

Depois, vieram os testemunhos, todos eles deixando o tal “perfume” de Jesus.

Foi lindo e maravilhoso…

Dou Graças ao Senhor, por me ter permitido viver e conviver, esta maravilhosa experiência e, de ter colocado na minha vida, todos estes valentes: Tanto os das Equipas, -que foram extraordinários, na Entrega e espírito de serviço-, como “os novos”, que confiando em nós, pela Amizade, chegaram até Cristo.

Para todos deixo um fraterno abraço de muita Amizade, em Cristo Ressuscitado.

Sempre DE COLORES !                                                                   Saúl Quintas

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ARQUIDIOCESE DE ÉVORA

C.C. 126º SENHORAS

31/3 a 3/4 2016

Ao ser chamada a este Curso eu disse “SIM” como é meu hábito.

            Na minha pequenez de Militante, confiada e abandonada à vontade do Senhor, percebi que era Ele que me conduzia: Na escolha e formação da Equipa Responsável; na distribuição dos Rolhos; na distribuição das tarefas; na montagem do Curso.

            Toda esta acção do Senhor em mim, foi facilitada pelas Equipas: Responsável; Sacerdotal e da Cozinha, através da sua entrega e, inteira disponibilidade, com que, desde a primeira hora, integraram e assumiram a preparação do 126 de Senhoras.

Desde que fui chamada a integrar este Curso, eu decidi e assumi, mais uma vez, que não seria Reitora, mas apenas um instrumento para servir no Curso. E, com as mesmas disposições de alma, eu e toda a Equipa, na primeira Reunião de Preparação do Curso, Consagramos o 126 aos Corações de Jesus e de Sua Mãe, a Senhora do Sim.

            No dia da chegada, as 28 mulheres, entraram na Casa das Irmãs Concepcionistas, carregando as suas preocupações, anseios, problemas e, mais a expectativa do Curso. Tudo isto era visível nas suas caras “lisas” e, um pouco desconfiadas. Cristo, nessa noite fez um apelo muito concreto: parar; olhar para dentro de nós; e escutar a voz da nossa consciência, na realização do chamado “Filme da nossa Vida”. Ele, queria e quer sempre, abraçar-nos no Perdão e fazer Festa do encontro connosco. O Encontro foi acontecendo, com alguma luta; dor; sofrimento; lágrimas. Houve mesmo calvário e “morte” (para o pecado). Todas estas vivências facilitaram o “Encontro Amoroso com o Pai “ através do Sacramento da Reconciliação. Então, aconteceu “Ressurreição e Pentecostes Antecipado”. Houve Festa e Alegria, saboreada principalmente, no dia de Domingo, na Eucaristia da Unidade, com a Primeira Comunhão de uma das Novas Cursistas

Tudo isto só foi possível, com a força da Intendência. Eu tenho plena certeza que o ROLHO mais importante do Cursilho, é proclamado cá fora pela Igreja Militante, através da sua Oração Sacrificada.

Gostava ainda, de aproveitar esta oportunidade para honrar várias “SINS” que foram dados a este Curso.

O SIM das novas valentes, as 28 mulheres do 126, que pela sua entrega, entusiasmo e abertura à Graça de Deus tornaram possível, a maravilha que experimentaram e vivenciaram neste Curso.

O SIM das Irmãs Concepcionistas de Elvas, que com o seu carinho, amor abnegado e, grande disponibilidade, receberam e serviram o 126 de Senhoras.

O SIM do Secretariado Diocesano do MCC, ao preparar e organizar, no Santuário de Nossa Senhora da Conceição, Padroeira de Portugal, o Jubileu Cursilhista, onde todos os Centros de Ultreia, foram chamados a participar.

Este Sim do Secretariado, esteve também presente na preparação de todo o Encerramento do 126 de Senhoras. O Senhor Jesus Ressuscitado, concedeu a todos os elementos deste Cursilho, mais um “miminho do Céu”, ao contemplar-nos com a Graça Especial, de podermos passar pela Porta Santa, e, através de todas as disposições necessárias, podermos ganhar a Indulgência Plenária. Esta foi a maior Graça, concedida por Deus, ao 126 de Senhoras, no seu Encerramento.

Da minha parte, também houve um SIM, ao necessário rigor do horário estabelecido pelo Secretariado Diocesano do MCC, para este Encerramento, o que originou a que, não pudéssemos, como era nosso desejo, ser enriquecidos com o testemunho da vivência do 4º Dia, de outros Cursilhistas. Mas por certo todos compreendemos que foi por uma causa maior (a Vivência do Jubileu Cursilhista).   

A todos o meu reconhecido agradecimento.

Por tudo o que ficou dito, a minha FÉ, mais uma vez cresceu… E deste modo sinto-me mais comprometida na renovação da Igreja de Jesus Cristo.

Para todos, um abraço no Amor que em Deus nos une.   

   DE Colores                                                             Mª Joana Marçal Verdugo

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+ FOTOS :    

www.radiocampanario.com/r/

(reportagens)

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O CURSILHO 155º HOMENS

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CURSILHO 125º SENHORAS

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RETIRO DE MUDANÇA

22 a 23/10/2015

A Arquidiocese de Évora realizou o seu 3º. Retiro de Mudança, que decorreu, como habitualmente na Casa das Irmãs Concepcionistas, em Elvas.

A Equipa Reitora já foi constituída por Dirigentes da Arquidiocese e participaram nesta experiência /vivência mais 38 Cursilhistas de diversos Centros de Ultreia.

Segundo os testemunhos dos participantes, foi uma experiência muito rica, que reavivou em todos a
importância e necessidade da Reunião de Grupo, como meio de perseverança para crescimento na Fé e na Amizade, que todos os Cursilhistas deverão procurar ter.

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I ESCOLA DIOCESANA

Para dar início ao novo ano pastoral de 2015/2016, aconteceua 1ª Escola diocesana da Arquidiocese de Évora no dia 11 de Outubro de 2015,pelas 15,30h, no Convento do Calvário.

Após o acolhimento aos irmãos cursilhistas com cânticos dealegria e de louvor ao Senhor, de acordo com a ordem de trabalhos, o presidente do secretariado David Rodrigues apresentou e tomou posse o novo secretariado, para exercer funções no triénio de 2015/2017.

De seguida o director espiritual Sr. Padre Ricardo Lameira fez uma reflexão com base nos desafios deste ano "a misericórdia do Pai" apelando ao nosso compromisso de sermos pessoas verdadeiramente cristãs, conscientes do valor do nosso baptismo, dentro e fora do movimento, guiados pelo lema "sede misericordiosos como o nosso Pai".

Depois o presidente, de uma forma global, fez a apresentação dos Estatutos do MCC  e do calendário das
actividades para este ano pastoral.

Por fim foi feito o envio das equipas: III Retiro de Mudança, 154º Cursilho de Homens, 125º Cursilho de Senhoras com a entrega e a confiança no Espirito Santo e em Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe.

Milú

DECOLORES!..

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2013 /2014

 

 

I RETIRO DE MUDANÇA

I RETIRO DE MUDANÇA

De 18 a 20 de Outubro, decorreu em Elvas, na Casa das Irmãs Concepcionistas, o I Retiro de Mudança da Arquidiocese de Évora. Esta actividade foi solicitada pelo Secretariado Diocesano à Comissão Permanente do Secretariado Nacional.

Assim, a Equipa Reitora nomeada pela Comissão Permanente do SN, foi constiuida pelos seguintes elementos:

  • Saúl Quintas, Reitor
  • Casal Mário e Raquel Bastos, da Diocese de Setubal;
  • Rosa Raimundo (Romy), da Diocese de Coimbra;
  • Conchita Ribeiro e Castro, da Diocese de Lisboa
  • Isabel Correia e Rita Paulo, da Diocese de Évora
  • José Carvalho e o casal José e Matilde Costa, do Secretariado Diocesano de Évora

A Equipa Sacerdotal foi composta pelo Con. Senra Coelho, Dir. Espiritual e pelo Pe. Jerónimo Fernandes, ambos da Diocese de Évora.

Viveram esta experiência um total de 42 cursilhistas. Da Diocese de Évora, vieram dos seguintes Centros de Ultreia: Elvas, Campo Maior, Estremoz, Coruche e Évora.

Este tipo de Retiro está orientado para quem tem Grupo de Cristandade, e que reúne periodicamente.

No caso da Diocese de Évora, como são poucos os Centros de Ultreia que têm grupos a reunir de acordo com a metodologia do MCC, este primeiro retiro, teve como destinatários Dirigentes das Escolas, que já tenham grupo, ou que, de futuro, possam vir a coordenar grupos durante a sua formação. 

Falamos de uma mudança da nossa mentalidade, do nosso coração e da nossa conduta.  Um novo modo de pensar, sentir, querer e agir.  Um novo modo de ser; um novo modo de viver.

Este Retiro, não serve apenas para “carregar baterias”.

Esta necessidade de estar sempre a carregar baterias, é indicador de que algo não está a funcionar bem connosco e no Movimento.

A nossa bateria carrega-se na Reunião de Grupo, na Ultreia, nos Encerramentos, na Escola de Dirigentes , na Eucaristia…

Como em todas as oportunidades, existem aqueles que as aproveitam e aqueles que as deixam passar.

Os que optaram por se deixar “transformar”, viveram uma experiência maravilhosa, traduzida numa alegria contagiante que ficará por muito tempo gravada no coração de quem teve esse privilégio, pelo que, em vez me alongar na notícia, sobre o que foi o Retiro de Mudança, deixo alguns testemunhos, de quem também o viveu.

Não podia deixar passar, sem referir o acolhimento extraordinário, mas habitual, das Irmãs Concepcionistas, inexcedíveis no espirito de serviço, realizado com uma alegria contagiante.

Para todos um fraterno abraço.

De Colores !

Saúl Quintas

 

 

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