1º REVIVER NA DIOCESE DE VILA REAL

1º REVIVER NA DIOCESE DE VILA REAL
 

No dia 26 de outubro ocorreu o 1º REVIVER na diocese de Vila Real. Contou com a presença de 79 leigos, o assistente espiritual da diocesano, padre Márcio Daniel Fonseca Martins e a participação da equipa de 4 elementos, vinda de Évora, sendo reitor o David Rodrigues, rolhistas a Joana Rodrigues e a Maria do Rosário Ferreira e a direção espiritual  a  cargo do  reverendo cónego Francisco Senra Coelho. Participaram cursilhistas de Chaves, Valpaços, Murça, Pedras Salgadas, Sabrosa, Poiares e Vila Real.

A ideia nasceu, foi comunicada ao Secretariado Nacional, e logo o nosso presidente Saúl Quintas prontamente aderiu e envidou todos os esforços para que tudo fosse possível.

Foi uma atividade que primou pela simplicidade, mas que marcou profundamente quem participou. Foi um Reviver do Cursilho. Agora com a experiência dum 4º dia alargado e vivenciado. E ainda ressoam  nos ouvidos as perguntas:

És Igreja, ou vais à Igreja? Como tem sido o 4º dia? Como vai a tua Ultreia?

Somos chamados a apontar alto na vida, a não ser rasteiros. A não utilizar uma postura medíocre, a ir além da missa, da vidinha organizada a não fugir para dentro da Igreja! Ir ao mundo com a força do templo. Nascemos para voos altos, para a Nova Evangelização. Temos de ser transparentes e não baços!

“Foi o reacender da chama, o aclarar de ideias, com os tema s que nos foram apresentados.

Cabe-nos a missão de sermos pastores, levando Deus aos nossos irmãos mais afastados.

Devemos viver o 4º dia intensamente e sem preconceitos de testemunharmos que somos cristãos. Só assim podemos influenciar aqueles que nos rodeiam (nosso ambiente).

Um muito OBRIGADO ao Senhor!

Graça Monteiro


 

REVIVER   TESTEMUNHO

Se recordar é viver, nós vivemos e revivemos, os bons e menos bons, momentos da nossa vida.

A chamada que o Senhor nos fez quando nos convidou a estar presente num cursilho, transformou, em muito, as nossas vidas.

Com o decorrer dos tempos, esse conjunto de ideias luminosas, foram-se consumindo e a luz a luz parecia esvair-se.

 A força dessa luminosidade depende do nosso coração, que a Graça de Deus faz aumentar ou diminuir, conforme o fervor da oração do estudo e da acção.

Este reviver levou-nos a escancarar a cabeça e fazê-la olhar no íntimo de cada um o filme da nossa vida e o comportamento do quarto dia, do pós cursilho.

O nosso Director Espiritual Padre Márcio, situo-nos nos momentos que iriamos reviver com um reflexão espiritual e integrada na oração da manhã e uma Via-Sacra que nos transpôs a meditação das quedas e fracassos que pelos mais diversos motivos não conseguimos caminhar na perfeição nem cumprir como nos comprometemos, quando no alfaiate prometemos……

Como foi bom que este sopro de ar fresco que percorreu a distância de 400 Kms (Évora/Vila Real) nos fez mexer com o coração para refletir.

 A Maria do Rosário de Portalegre apresentou o tema do Bom Pastor, o pastor companheiro das ovelhas.

O senhor assobiou-nos como o pastor chama as suas ovelhas. Pela elas estarem distraídas e deixarem que o lobo ataque com (comodismo, valores que superam o compromisso assumido….).

Onde está o nosso ser Cristão a tempo inteiro em todas as dimensões?

Quantas vezes deixamos de ser Cristão com seiva activa ligada ao tronco (JESUS CRISTO)!

Arrefecemos e o nosso 4º. Dia é um fracasso que se reflete e não entusiasma o pré-cursilho dos que convidamos.

Que interessa falar ao Mundo de DEUS? Ninguém pode dar o que não tem.

É responsabilidade de qualquer pastor, cuidar e preocupar-se com as ovelhas doentes.

Como nos sentimos nós em relação aos irmãos afastados?.

É missão de qualquer irmão responsável e consciente preocupar-se com os mais distraídos.

O reverendo Padre Senra falou-nos do reino de DEUS.

A imagem de João Batista no anúncio do Salvador que dizia “ VINDE E VEDE”.

Não é um JESUS triunfalista que deve povoar a nossa imaginação, mas um DEUS feito homem que veio para servir e não para ser servido.

O essencial no seguidor de Cristo é a simplicidade discreta.

Procurar passar, atuando em forma de levedura, mudando a nossa vida e actuando como pessoas que foram tocadas pelo olhar de Cristo.

Não devemos ser opacos. Em tudo e em todos deixemos transparecer Cristo, sem calculismos, sem chantagens, sem arrogâncias, sem desejo de ser superior.

Sentir o desejo ardente de ser sensível ao “outro”. Ser um colo de Mãe que sente o desejo de abraçar e acarinhar. . . .

JESUS é a palavra feita Homem. Nós seus seguidores temos de entender que a nossa ida ao Curso, foi a chegada de Cristo á nossa vida e que nos tornou o “ Homem novo” e Homem livre”

Na consagração, na Eucaristia, ouvimos dizer “ Fazei isto em memória de Mim”.

Sê tu também pão. Dá-te, entrega-te, Sê Vida, Sê Sinal de Vida de DEUS. Sê pessoa com quem se pode contar.

A Maria Joana, esposa de David que fez a apresentação do reviver, parecia fogo.

Dizia ela “CRISTÃO SEM GRAÇA NÃO TEM GRAÇA NENHUMA”

Ó homem, tu és pescador de almas. Faz dos outros apóstolos. Não guardes só para ti o que sabes, e o que és.

Um cristão é ser outro Cristo. E o que fiz eu desde que fiz o meu curso? Interrogava ela?

Como tenho eu evangelizado aqueles que me rodeiam? O seu testemunho era contagiante.

 Uma vida que parecia um furacão e dizia “ SE NÃO VENCEMOS COM ARGUMENTOS QUE O FAÇAMOS COM O CANSAÇO”.

Ganhar aos outros pela oração apresentando-os a DEUS, contagiando os que não são crentes.

Por fim o Padre Senra fez-nos mergulhar numa reflexão profunda e convida-nos a ver o filme da nossa vida de cursista.

Histórias simples e engraçadas que se adequavam perfeitamente a cada um dos que andamos adormecidos.

Somos como as águias que se acomodam a viver comodamente como galinhas num galinheiro e desvalorizam os dotes que possuem para voarem e espalhar os dons que o tornam diferentes.

Somos tíbios e calculista, incapazes de dar tudo por tudo e por todos.

Lema que levou Eduardo Bonin a partilhar o Cristo que tanto amou.

“Nós não somos cães de casa, mas somo cães de caça”.

Na paróquia o ponto de abrigo e a doutrina que professamos é a “bússola “.

“ Tu és a Igreja onde vais á Igreja”. Aqui devemos participar e colaborar com nos dons, que cada um recebeu.

O Estudo é a pontaria da Acção. Temos de estudar para poder-mos actuar junto ao outro.

A acção passa pelo humanismo. Devemos procurar o encontro do irmão com DEUS por meio do nosso humanismo.

Após tantas dicas que nos avivaram o que já ouvimos, mas que parecia adormecido, resta-nos dizer OBRIGADO IRMÃOS por nos terem vindo despertar tão suave mas com o entusiasmo dos verdeiros seguidores do Mestre.

E diz o nosso povo, que os alentejanos são lentos na sua maneira de ser.

Eu digo que este pequeno grupo num curto espaço de tempo conseguiram fazer-nos sentir a responsabilidade do “SIM”, que um dia assumimos.

 O calor do sul do País veio derreter o gelo dos corações adormecidos dos cursilhistas do norte.

 Bem hajam DECOLORES.

Amélia Trino

Centro de Ultreia de Chaves

Testemunhos do REVIVER

" Após vontades traduzidas em ações e tarefas do secretariado diocesano, emolduradas pelo trabalho acolhedor do secretariado nacional, e implementadas de forma sublime, pela equipa Reitora de Portalegre e Èvora, eis que surge o REVIVER.

As expetativas eram grandes. Iria ser de certeza um dia diferente, e foi. A alegria de ver chegar os irmãos da Diocese, as trocas de palavras afáveis, demonstravam que o REVIVER já estava a acontecer.

Durante todo o dia, o ambiente que Jesus nos proporcionou, foi muito Bom. Aproximou-nos ainda mais.

Em relação à equipa que generosamente veio até nós,  e nos trouxe o seu carinho Alentejano, só temos que agradecer. Foram testemunhos cheios de vida Cristã, que nos enriqueceram. A sua afabilidade, encheu-nos o Coração.

Obrigado Jesus, por esse dia.

Decolores

 

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