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ENCONTRO DE VIDA - FERRAGUDO /ALGARVE - 11/DEZ./2016

 

SECRETARIADO DIOCESANO DO ALGARVE

CENTRO PASTORAL E SOCIAL DE FERRAGUDO

11 DE DEZEMBRO DE 2016

Foi no passado dia 11 de dezembro, em pelo Advento, que realizou-se no Centro Pastoral e Social de Ferragudo o primeiro Encontro de Vida da Diocese do Algarve.

Acolhendo o repto lançado pelo Secretariado Diocesano do Algarve, participaram nesta atividade 62 cursilhistas oriundos das Paróquias da Matriz de Portimão (21), Fuseta (16), Tavira (9), Boliqueime (8), Ferreiras (4), São Luís – Faro (2), Reguengos de Monsaraz (1) e Estremoz (1).

Constituída por dois elementos, a equipa formadora contou com a colaboração e o testemunho do Orlando Silva (Estremoz) e do Presidente do Secretariado Nacional do MCC, Saúl Quintas. A Direção Espiritual deste Encontro de Vida, por sua vez, esteve a cargo do Pe. Rui Barros, Assistente Espiritual do Movimento dos Cursilhos de Cristandade na Diocese do Algarve.

Depois de umas palavras iniciais proferidas pelo Presidente do Secretariado Diocesano do Algarve do MCC, Vítor Baltazar e pelo Presidente do Secretariado Nacional do MCC, Saúl Quintas, o Pe. Rui Barros começou por ajudar os presentes a fazer o filme das suas vidas no pós-cursilho. Numa alegoria feliz com a lareira que precisa de lenha para se manter acesa, o Pe. Rui Barros lembrou aos presentes que a nossa fé também precisa de alimento para se manter viva e atuante.

De seguida e ainda que afetado por um desconfortável “vírus alentejano”, o Orlando Silva apresentou aos presentes o Rolho “O Bom Pastor”. Partindo da parábola do Bom Pastor, o Orlando Silva recordou aos presentes o quanto o Senhor continua atento às “ovelhas” que um dia reuniu num cursilho de cristandade e que após este, têm sido constantemente atacadas por “lobos”. Na certeza de que Deus capacita sempre aqueles que escolhe, o Orlando Silva, através de um testemunho repleto de vivências, convidou todos os participantes desta atividade a “sair” das suas zonas de conforto, demonstrando o quanto devemos estar atentos às “ovelhas perdidas”.

Depois de revisitar o texto evangélico das Bem-Aventuranças, o Pe. Rui Barros teve ainda oportunidade de desafiar todos os presentes a acolher e a viver as Bem-Aventuranças como um autêntico itinerário de vida.

No sentido de se privilegiar a partilha de ideias e de opiniões sobre as temáticas apresentadas, houve ainda ocasião de dividir todos os presentes nesta atividade em 8 grupos distintos.

No último Rolho do dia, dedicado ao tema “O Pescador de Homens”, o Saúl Quintas, entre outros aspetos, desafiou os presentes a “fazerem-se ao largo” e a “lançarem as redes”, convidando todos aqueles que ainda não conhecem Cristo, como os cursilhistas conhecem, a participar num cursilho de cristandade.

Por outro lado, vincou a importância das Ultreias e das Reuniões de Grupo como meios práticos e concretos que o MCC proporciona a todos os cursilhistas, no sentido de os ajudar a crescer na vida cristã, defendendo o seu papel inestimável para a vitalidade deste movimento.

Depois de um plenário onde os representantes dos referidos 8 grupos destacaram as ideias chave partilhadas neste Encontro de Vida, bem como a alegria sentida com a participação nesta experiência, que foi unânime, este Encontro de Vida terminou com uma Eucaristia.

                                                                        MCC Algarve - Secretariado Diocesano

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FORMAÇÃO DE REITORES E VICE-REITORES

NÚCLEO SUL

VILA NOVA DE MILFONTES

12 E 13 DE NOVEMBRO DE 2016

 

Com o Ano Santo da Misericórdia quase a terminar, realizou-se entre os passados dias 12 e 13 de novembro, no Colégio de Nossa Senhora da Graça, em Vila Nova de Milfontes, a primeira Formação de Reitores e Vice-Reitores destinada aos dirigentes do Núcleo Sul do Movimento dos Cursilhos de Cristandade.

Nesta atividade participaram, num ambiente de grande fraternidade, comunhão e partilha, 41 cursilhistas oriundos das Dioceses do Algarve (8), Beja (8), Évora (7), Lisboa (17) e Portalegre-Castelo Branco (1).

Constituída por quatro elementos, a equipa formadora contou com a colaboração e o testemunho da Lucília Miguéns (Portalegre-Castelo Branco), da Olinda Santos (Lisboa), do Orlando Silva (Évora) e do Presidente do Secretariado Nacional, Saúl Quintas. A Direção Espiritual, por sua vez, esteve a cargo do Pe. Rui Barros (Diocese do Algarve) e do Pe. Ricardo Lameira (Arquidiocese de Évora).

Ao longo dos dois dias em que decorreu esta formação foram apresentados sete Rolhos e duas Meditações, tendo-se privilegiado sempre a partilha de experiências através da realização de reuniões de grupo, nos quais se procurou integrar cursilhistas de diferentes dioceses.

Nesta formação recordou-se aos presentes quem é o Reitor de um Cursilho de Cristandade, quais as características e qualidades que o mesmo deve ter, bem como as funções que o mesmo deverá assegurar, sem perder de vista o Evangelho e a comunhão com os irmãos, adotando sempre uma postura de serviço.

Por outro lado, houve ainda oportunidade de revisitar os três tempos (Pré-Cursilho, Cursilho e Pós-Cursilho) que estruturam o método do MCC, nomeadamente a forma como os mesmos devem ser preparados, tendo sempre presente a forte e indissociável interligação que os une.

Noutra perspetiva e no que à preparação da equipa de dirigentes para um Cursilho de Cristandade diz respeito, houve oportunidade de analisar quem deveria integrar a mesma, apontando-se os critérios que devem estar na base da seleção dos respetivos elementos. Ainda neste âmbito, apresentaram-se pistas muito concretas no que concerne à metodologia a adotar na preparação de uma equipa de dirigentes para um Cursilho de Cristandade.

Neste encontro, analisou-se ainda o papel impar do Diretor Espiritual na preparação da equipa de dirigentes, no decorrer do próprio Cursilho e também no Pós-Cursilho. Qual pastor que ensina, anima e caminha com as suas ovelhas, o Diretor Espiritual deverá ser aquele que acolhe com paciência, absolve com misericórdia e estimula à perseverança.

Por último, no sentido de alcançar uma melhor compreensão sobre aquilo que é hoje o Movimento dos Cursilhos de Cristandade, houve ainda ocasião para refletir na história e na memória dos cursilhos de cristandade, destacando-se o papel determinante de Eduardo Bonínn que, pese embora as provações, foi sempre um homem de Deus ao serviço dos irmãos.

No final desta formação, foi unânime o reconhecimento da importância e da utilidade da mesma, bem como a convicção de que esta experiência terá que ser consequente e não apenas um “paliativo”. Para além dos conhecimentos adquiridos, todos os presentes destacaram ainda a importância da partilha de experiências e de boas-práticas que esta atividade proporcionou, para além do espirito fraterno que imperou sempre ao longo dos dois dias da mesma.

                                                                  Marco Vieira / Sec. Diocesano do Algarve

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